Retorne ao SPIN

domingo, 8 de maio de 2016

O que significa "ser sociável"?

Por Pipilando


Por muito tempo ouvi gente me chamando de antissocial por não gostar de ir em "baladas" e estas festas cheias de luzes irritantes e músicas sem graça que só servem para fazer barulho. Pareço um velho falando? Provavelmente. O que me comove, mesmo, é ver muitas pessoas julgando pelo simples fato de não gostar de beber E/OU sair pela noite e chegar em casa de madrugada. Apresentar-vos-ei as boas novas: vocês podem se divertir de outra forma também.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Uma conversa sobre inteligência e empatia com Neil deGrasse Tyson



Em entrevista exclusiva ao PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), o astrofísico e divulgador científico Neil deGrasse Tyson fala sobre inteligência, empatia, e a nossa conexão com os outros animais da Terra.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Em Belo Horizonte, artista promove cafés a céu aberto

Em Belo Horizonte, artista promove cafés a céu aberto para fortalecer laços comunitários

Por Danilo Mekari, do Portal Aprediz no editorial Criar na Cidade.
Antigamente
O café num dava preço
Isso era no começo
No Brasil do Imperador
Mas hoje em dia
Tá na moeda, é nosso fraco
Quase todo mundo diz
Que o Brasil só é feliz
Se café tive valo
(Luiz Gonzaga)
Em tempos de predomínio do café expresso, tirado na máquina sob a pressão do dia a dia da cidade,  a artista plástica Thereza Portes tenta resgatar a tradição de se reunir para saborear o "bom e velho" café coado. Desde 1999, a calçada do Instituto Undió, uma organização sem fins lucrativos localizada no centro de Belo Horizonte, é ocupada por vizinhos, funcionários públicos, comerciantes e moradores de rua em busca de uma xícara de café.
“É uma iniciativa que, à primeira vista, causa confusão, pois tira a pessoa do ritmo apressado que a cidade lhe impõe, tendo a sua rotina interrompida por algo absolutamente cotidiano: sentar à mesa e coar um café. Tem caminhoneiro que desce do veículo pra tomar café com a gente, e motorista de ônibus que interrompe a loucura da sua rotina e pede um café para viagem.”
Café servido ao público em evento na PUC-MG.
A calçada onde é servido o café pertence à casa onde nasceram Thereza e sua mãe. Com as memórias da infância ainda vivas, ela recorda dos tempos em que a avó recebia os parentes do interior e coava cafés para cada um deles, com carinho e sem pressa.